Forbes.com

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 19-09-2008

 How To Make Readers Really Want YouForget Anna Wintour, famed editrix of Vogue. Just like New York’s Fashion Week, which ended last Friday, she’s so over. The big ideas for keeping Vogue hot are coming from the business department down the hall–and it is betting big on the appeal of Web television.

At the top of the list: Model.Live, a 12-episode Web video series now playing on Vogue.TV that follows three young women as they try to break into the business while journeying to Fashion Weeks around the world. The show has been viewed over a million times across the Internet since launching in late August.

Not only is there original content under the Vogue name, but there’s money behind the effort too: The show is sponsored by EXPRESS.com and produced by IMG Sports & Entertainment. Vogue is coy about the numbers, but some reports place production costs at $3 million. With single magazine ad pages going for as much as $121,000, show sponsors may be getting exclusive access to Vogue’s name–in full motion video–on the cheap.

That’s quite a powerful advertising pitch for the magazine industry. Faced with declining circulation and stagnant Web strategies, print products like Vogue are becoming online television networks. Last week, Vogue-owner Conde Nast launched Glamour.TV for Vogue’s sister magazine.

“The advertisers are pursuing what’s trendy,” says Rebecca McPheters, a magazine industry consultant. “This way, the magazine publishers can say we’re aggressively growing and developing new media as well.”

“Branded” shows like Model.Live are an increasingly popular route into the Web TV business. Unlike video ads sold against editorially created Web shows, advertisers work directly with business departments to create and underwrite branded programs. It’s a cost effective model because it doesn’t steal editors away from focusing on the print publication.

That is, after all, where Vogue still makes its money. Last year, the Publisher’s Information Bureau reported it had roughly $419 million in sales from some 3,201 ad pages.

Putting Vogue’s business chief, publisher Tom Florio, in charge of content named after Vogue is a powerful example of how far magazines will go to reinvent themselves as powerhouse digital properties.

Tinkering with an editorial model that has kept Vogue printing for 116 years may be necessary. In the first six months of 2008, Vogue’s paid subscriptions fell 2.1% by dropping year-over-year to 782,397. More troubling, Compete.com reports its Style.com Web site only had some 565,000 unique visitors in August. That’s not much compared to the almost 4.8 million visitors at Glam.com, an Internet media upstart that caters to women about topics like fashion.

A Vogue spokesperson counters that Compete’s numbers are unreliable and says Conde Nast’s internal figures show some 1,474,340 unique visitors to Style.com last month.

Still, what seem clear is that dangerous fault lines are forming beneath some of the industry’s biggest names. Though Florio says Vogue is set to have its second-best year of ad sales ever, he’s worried about keeping the brand relevant for the next generation of readers. So he–not Wintour–is creating Web shows like Model.Live with his 16-year-old daughter in mind.

“I’m comfortable with it, because I feel that the principals of what we’re doing are based on the same principals as the brand,” he says. If Wintour objected to the content, he says he would kill it. A Conde Nast spokesperson said that Wintour understands Vogue.TV is run by the business department and stays informed about its programs. Wintour is attending Fashion Weeks in Paris and Milan and was unavailable for comment.

At the helm of Vogue.TV, Florio is able to experiment with the medium in ways Wintour can’t by offering advertisers like Express a value the magazine can’t provide.

For instance, the clothing company sells clothes directly to the Vogue.TV audience in an e-commerce store that sits beside each Model.Live video. Express keeps the sales in an effort to avoid diluting Wintour’s fashion-setting tastes. “What we’re doing is a cost-effective business model,” says Florio.

If he can build a business off of these Web shows, the upside for Vogue could be compelling. Web video portals are hungry to find fresh content they can syndicate that isn’t tangled up in the complex licensing rights that often gum up deals with network or cable shows.

“I can assure you that Vogue did not give us their content for free,” says TidalTV CEO Scott Ferber. His site is one of five Web video sites on which Model.Live is also being distributed. “They are making money on it.” That could wind up being a sweet new source of revenue for Vogue.

Still, syndication fees like these are based on the reputation of Vogue and its editors–not partners like Express. That highlights the risk: These new efforts could dilute the Vogue brand.

“I talk about the ‘elasticity of content’–how far out can you take it to satisfy advertisers is something of a concern for sure,” says Tom Hartle, owner of the influential music magazine Spin. Also facing circulation decline, his magazine is about to announce its own branded show about international music that will run in 63 markets worldwide. “I think a lot of this innovation is coming out of the business departments and that can be problematic to the health of the brand,” he says.

For now, the point may be moot. Florio says Vogue.TV’s shows couldn’t survive without the magazine’s support.

Via: Forbes

 

So, on second thought, don’t forget about Wintour just yet.

Fidelização do cliente

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 18-09-2008

Garantir a disponibilidade do produto é fundamental para assegurar a satisfação do cliente. No entanto, contrariando o conceito geral, esta disponibilidade não está obrigatoriamente associada à existência de mais produto em stock, conforme conclui uma pesquisa desenvolvida pela Kurt Salmon Associates.dummy

O layout da loja (a facilidade de ver o que está na prateleira e o que está a faltar, e a facilidade de ver se está disponível na zona de armazenagem) é uma questão importante, assim como a afectação das horas do pessoal. Na segunda parte deste artigo, vamos explorar estas e outras questões com impacto no desempenho.

Garantir que os produtos certos estão na loja para, como e quando os consumidores querem, é a chave para fidelizar os clientes. Parece bastante simples, mas porque é que tantos retalhistas ainda erram e o que é que eles podem fazer para melhorar a disponibilidade na loja? Ged Keogh-Peters, responsável da equipa britânica de estratégia na Kurt Salmon Associates, analisa a questão.

Porque é que a disponibilidade do produto é ainda débil em tantos retalhistas, quando uma melhoria em cerca de 1% poderia impulsionar as vendas em 0,5% (o que vale bem a pena nestes tempos difíceis)?

Um equívoco comum é considerar que para fazer melhor, é necessário mais produto.

No entanto, a nossa pesquisa indica que a fraca disponibilidade é raramente devida a uma carência de existências. Pelo contrário, a maioria dos programas de melhoria da disponibilidade que realmente produzem resultados nas prateleiras, também conseguem reduzir o nível do stock.

Tipicamente, chegamos instantaneamente à conclusão que uma simples redistribuição do volume de existências poderia levar a uma melhoria de 10 a 15% na disponibilidade. Isto não implica que mais existências sejam a solução, mas que é preciso que estas estejam no lugar certo, o que pode ser conseguido com uma correcta distribuição e gestão.

Assumindo que uma falha catastrófica no abastecimento não tem impacto sobre os resultados, as duas áreas que têm mais influência do que tudo o resto, quando se trata de determinar por que razão os stocks não estão disponíveis quando os clientes querem comprá-los, são as seguintes:

 - Reposição no interior da loja: não é raro encontrar casos em que a disponibilidade poderia ser melhorada entre 5 e 10%, apenas garantindo que o produto que está na loja está efectivamente disponível nas prateleiras; e

- Precisão no arquivo do stock: com a precisão dos arquivos de existências normalmente de apenas 70%, nenhum sistema automatizado de reposição pode esperar entregar a mercadoria correcta na loja no momento certo.

Atendendo a que os arquivos são corrigidos apenas uma vez por ano, uma manutenção permanente da acuidade dos stocks deve estar no centro das actividades destinadas a fornecer um melhor serviço. Projectos em torno da frequência de entrega, dimensão de embalagens, espaço nas prateleiras e flexibilidade do fornecimento, apresentam todos benefícios muito limitados se os resultados estiverem dependentes de informações incorrectas.

Então, o que pode ser feito para melhorar a situação? Na loja, o desempenho da gestão das existências é geralmente baseado numa série de factores.

 

Via Portugal Têxtil

H&M Homem

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 18-09-2008

Quem disse que a moda masculina tem de ser “cinzenta” e aborrecida? A H&M está decidida a mudar a forma como se olha para a moda masculina, lançando uma nova colecção dirigida a todos os homens que gostam de estar na moda e não têm medo de arriscar num visual mais ousado.dummy

Até ao final do ano, o número de pontos de venda deverá continuar a aumentar, já que estão previstas mais aberturas, nomeadamente para o Japão.

Está na hora dos homens terem mais da moda. A partir da próxima estação, em 30 lojas espalhadas pelo mundo, a H&M vai levar a moda masculina para o próximo nível. Com uma nova selecção mais actualizada, a H&M vai dar aos homens acesso às tendências mais at6ractivas. A primeira colecção chega já a meados do corrente mês.

«Este é um conceito muito aliciante, com um nível de moda muito mais elevado», explica Ann-Sofie Johansson, directora de design da H&M. «Os homens ficaram mais interessados na moda e arriscam mais no que respeita aos detalhes e silhuetas, o que é óptimo de ver».

Nas 30 lojas obrigatórias, a H&M vai oferecer aos homens a melhor fast-fashion. A colecção cápsula passa pelas grandes ideias – macacões, casacos em pele falsa –, peças onde o design inteligente é puxado ao limite. Actualmente, o vestuário de homem tem tudo a ver com escolha, o que significa que esta tem de ser variada. Os estilos de calças, por exemplo, incluem todas as principais formas, de largas a justas, passando pelo estilo Jodhpur.

O xadrez é a grande afirmação de moda do momento, em camisas largas para usar ao fim-de-semana ou calças, para os que querem uma mudança do seu visual diário. As malhas estão em destaque, com os designers da H&M a “abusar” dos volumes, transformando cardigans em roupa exterior e tornando um cachecol enorme na peça principal de um visual.

Com efeito, os acessórios são uma grande parte do mundo da moda, como os cachecóis em pele falsa, para juntar um toque de luxo ao visual, ou a mala em pele castanha brilhante para usar no dia-a-dia.

O conceito da colecção passa pelos artigos “muito moda” a preços acessíveis, com os tradicionais tons de preto, branco e cinzentos com apontamentos de cor, e tecidos como algodão, lã, flanela e peles falsas.

A nova colecção não chega, por agora, a Portugal, mas estará à venda na vizinha Espanha e também na Áustria, Bélgica, Canadá, Hong Kong, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Suécia, Suíça, Reino Unido e EUA. 

O retalhista sueco espera, assim, manter a tendência positiva que tem registado este ano, quase “ignorando” o clima económico negativo e mostrando bons resultados. Depois de ter conseguido um aumento de 8% em Junho (ver Prova superada), a H&M voltou a crescer em Julho, com o total de vendas a aumentar 15%. As vendas comparáveis registaram um crescimento de 3%, recuperando do declínio de 2% registado em Junho. No final de Julho, a H&M operava 1.601 lojas, um número superior ao registado em 31 de Julho de 2007, data na qual a retalhista sueca tinha 1.422 lojas.

Este número, no entanto, já sofreu um aumento, visto que a H&M abriu no início de Setembro mais uma loja no Médio Oriente. Desta feita foi a vez do Barhein, que assistiu à abertura de uma loja no centro da cidade, com 1.300 m², onde são propostas as colecções de mulher e criança.

Via Portugal Têxtil 

Conusmidor Online

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 15-09-2008

A comodidade de comprar on-line está a convencer cada vez mais os consumidores britânicos. Nos últimos seis meses, o comércio de vestuário on-line registou um forte incremento, mostrando que a situação económica adversa tem tirado os clientes da rua para a frente do ecrã de computador.dummy

«Prevemos que entre 30 e 50% de todo o retalho estará on-line nos próximos cinco anos, com novos factores, como a sustentabilidade, a serem adicionados ao conjunto. Isto porque com o on-line a atingir 20% de todas as vendas de retalho, os retalhistas atingem um ponto em que são forçados a repensar seriamente a viabilidade futura do seu modelo de negócio. Vimos isto acontecer para livros, música, DVD’s e artigos electrónicos, e com a indústria como um todo a atingir este ponto em 2008, mais categorias devem seguir-se».

Os últimos dados da indústria mostram que os consumidores do Reino Unido gastaram mais de 26,5 mil milhões de libras (cerca de 33,37 mil milhões de euros) em compras on-line nos primeiros seis meses de 2008, apesar da crise no crédito – mais 38% do que os 19,2 mil milhões de libras registados no primeiro semestre de 2007.

O estudo IMRG Capgemini e-Retail Sales Index mostra que as vendas on-line estão a mostrar-se mais resistentes às difíceis condições de comércio, com os “consumidores frugais” a procurar manter a maior parte do seu rendimento disponível longe da high street.

Estes indicadores resultam dos dados enviados por cerca de 60 retalhistas on-line, que contribuem regularmente com dados para o índex, incluindo o Arcadia Group, a Asos e a Figleaves.com.

As vendas de vestuário on-line beneficiaram, até agora, de níveis particularmente elevados de crescimento em 2008, com os compradores britânicos a gastarem on-line 1,76 mil milhões de libras em vestuário no primeiro semestre de 2008. Em destaque esteve o mês de Março, no qual os consumidores gastaram um valor recorde em vestuário, representando um crescimento mensal de 21,8% e mais 31,2% do que em Março de 2007.

A empresa de consultoria em soluções tecnológicas Capgemini e o grupo da indústria de retalho electrónico IMRG prevêem que o crescimento on-line va manter-se igualmente forte no resto do ano, em parte devido ao aumento do custo dos combustíveis e à diminuição do rendimento disponível.

Mike Petevinos, director de consultoria para o retalho da Capgemini UK, afirma que, «apesar do retalho on-line não ser imune à crise do crédito, está a mostrar mais resiliência do que a high street. O comércio electrónico continua a aumentar a sua quota no retalho graças aos tradicionais factores de conveniência e escolha, mas estes factores parecem ter sido ampliados pelo actual ambiente económico. A conveniência tem uma importância maior num mundo em que os preços estão a aumentar e a capacidade de pesquisar e tomar decisões mais informadas numa altura em que a maior sensibilidade ao preço é uma vantagem-chave do canal on-line.

Via Portugal Têxtil

Pesquisa MTV: O jovem

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 12-09-2008

MTV Brasil mapeia os hábitos de sua platéia. Pela quarta vez

por Cristina Padiglione

por Cristina Padiglione

Via: Estadão

 

Havaianas Chita

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 10-09-2008

A parceria da Horizonte com a Havaianas
Uma das novas estampas de chita da tecelagem foi escolhida pela Alpargatas para compor um dos modelos da linha slim 2008/2009 de sandálias

 

A chita vai para os pés. Uma das estampas da nova coleção de chita da Horizonte Têxtil vai figurar em um dos modelos da linha slim 2008/2009 da Havaianas. A primeira coleção de chita da tecelagem foi lançada em 2004 e, de acordo com a empresa, a nova linha mantém os motivos florais característicos do tecido misturados a traços da cultura oriental.

 

 

A Havaianas com estampa de chita junta dois produtos populares, que viraram ícone fashion.

Via: GBL Jeans

Você também fica deprimida?

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 09-09-2008

O desporto favorito do sexo feminino parece afinal causar efeitos indesejáveis para a sua saúde e equilíbrio mental. Segundo um estudo da revista americana Fitness é quando “estão a experimentar o equipamento” que a moral destas desportistas começa a baixar.

- 39% das inquiridas já compraram alguma peça de vestuário abaixo do seu tamanho na esperança de virem a perder peso;
- 62% referiram que têm pelo menos um par de calças de ganga que já não lhes serve;
- 34% têm vestuário que só usarão quando estiverem no seu peso ideal enquanto que 51% têm peças de vestuário para vestirem nos momentos em que se sentem mais pesadas;
- 14% já recusaram ajuda das assistentes de loja para não terem que revelar o seu tamanho;
- 15% já estragaram ou ficaram presas em peças que eram muito pequenas;
- 75,6% das inquiridas apenas experimentam um conjunto de vestuário antes de saírem de casa, 16% experimentam 2 e 8% experimentam 3 ou mais.

O estudo foi realizado junto de 1.001 mulheres americanas maiores de 18 anos. O estudo também evidenciou os seguintes dados:

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Esta é a história das muitas mulheres que se desiludem e ficam desapontadas com a sua imagem reflectida nos espelhos das cabines de prova das lojas de moda, desejando ter um corpo mais esbelto.

Se é esse o seu caso, não se recrimine. A maioria das mulheres sente o mesmo, chegando mesmo ao ponto de se desfazerem em lágrimas quando confrontadas com a sua silhueta ao fazerem compras.

O inquérito realizado junto de 1.001 mulheres chegou também à conclusão que quando estas estão a experimentar roupa não o fazem apenas para decidir o que vão comprar, fazem-no também para criticarem os seus corpos e encontrarem defeitos.
Para 88%, as viagens às lojas de roupa fizeram com que reavaliassem o seu corpo e, se os espelhos aí presentes fossem mágicos e concedessem um desejo que alterasse uma parte do seu corpo, 42% escolheriam a cintura; 23% as ancas e as coxas; 10% o rabo - (o bumbum gente!); 10% o peito e 4% os braços. Questionadas sobre o seu à-vontade com elementos do mesmo sexo, 59% referiu que nunca experimentariam roupa num vestiário comum.

Perante estes dados não é então de estranhar que 64% destas mulheres afirme que comprar roupa diminui a sua auto-estima. Para aquelas mulheres que julgam que deveriam ter no mínimo menos 14 quilos, esta percentagem aumenta para os 80%.
A dura prova de experimentar roupa poderá levar a situações de ansiedade extrema para 10% das mulheres que admitiram chorar quando se vêm ao espelho.

«Todas nós já nos pusemos ao espelho e exageramos na forma como vemos as nossas curvas, mas com que frequência é que as pessoas falam sobre isto ou têm a noção que mulheres de todo o mundo também o fazem?», questionou a editora da revista, Denise Brodey.

A desilusão frente ao espelho das suas lojas preferidas fez com que 41% dessas mulheres tenha começado a fazer exercício regularmente após algumas experiências “traumáticas”. «Ir às compras pode ser, de facto, uma experiência feliz e a prova dos progressos que as pessoas que fazem exercício com regularidade fizeram, ao ver que agora estão em forma e que afinal já podem vestir aquele tamanho de calças que desejam», explicou Brodey.

Via: Portugal Têxtil

Crise do crédito atinge fast fashion - Europa

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 09-09-2008

Olhem que reportagem mais interessante saiu no Portugal Têxtil falando sobre o fast fashion. Consumidoras estão comprando melhor para gastar menos no longo prazo. Muito bom, reflexão para nos fazer pensar.

Nenhum sector económico ou modelo de negócio está impune à crise mundial do crédito hipotecário. Segundo um estudo da consultora Mintel, em tempos de crise os consumidores preferem comprar menos e melhor.

Devido às suas características demográficas e económicas, este tipo de consumidoras potenciará um crescimento considerável deste segmento ao longo dos próximos anos. Marcas como a Mango já se aperceberam da tendência e exibem nos seus catálogos artigos de moda dirigidos e vestidos por modelos de idade mais avançada.

Por último, o desenvolvimento de marcas de moda com um posicionamento no mid-market será impulsionado pela procura de vestuário com uma maior componente moda por parte das mulheres de mais idade.

 

O desejo pela longevidade das peças de vestuário irá também apelar ao aparecimento de colecções com um estilo mais clássico e que perdure durante períodos mais longos.

Outros dos factores que poderão prejudicar este tipo de retalhistas são as preocupações ambientais e éticas que os consumidores começam cada vez mais a manifestar.

O estudo da Mintel aponta as cadeias da fast fashion como as principais vítimas desta tendência. Retalhistas de moda situados no segmento de discount continuarão a apresentar níveis interessantes de venda devido aos públicos-alvo a que são dirigidos. As cadeias de moda da fast fashion serão sobretudo afectadas pela fuga dos consumidores da classe média para marcas de maior valor acrescentado.

Um claro exemplo desta tendência acontece com as marcas Banana Republic e Gap, detidas pela mesma empresa mas com posicionamentos de mercado diferentes. Enquanto os artigos da Banana Republic têm “voado” das prateleiras desde que a loja abriu as suas portas em Março, ao ponto da loja não ter passado pelo habitual período de promoções substituindo a colecção de Verão imediatamente pela de Outono, as vendas da Gap, situada numa faixa de preços inferior, têm decrescido a um ritmo constante.

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Uma pesquisa recentemente publicada sugere que a moda de adquirir inúmeras peças de vestuário a preço reduzido esteja prestes a acabar. Segundo o estudo, uma em cada três mulheres não consegue justificar o custo de estar sempre actualizada com a última moda.

Estes dados levam a crer que o constante carrossel de alteração das colecções – compostas por itens baratos e de consumo rápido – poderá terminar em breve. As conclusões da Mintel apontam assim para um crescimento da procura de vestuário de melhor qualidade, uma tendência que se pode verificar no renascimento de algumas marcas do mid-market.

«Eu não vejo nenhuma grande surpresa no facto da tendência da moda rápida ser uma tendência em si mesma passageira», alega Leisa Barnett, editora de moda da Vogue.com. «A crise do crédito mundial significa também que as pessoas estão a fugir da compra compulsiva e frívola associada à fast fashion e optam por comprar de forma mais inteligente».

Pode parecer um contra-senso, mas parece que as mulheres, ao depararem-se com orçamentos mais reduzidos, estão a comprar roupas mais caras, sentindo que estão a gastar melhor o seu dinheiro no longo prazo. Os analistas da Mintel chegaram à conclusão que está a acontecer uma mudança dos hábitos de compra: compra-se menos, mas melhor e mais caro, sobretudo em artigos de maior qualidade.

Via Portugal têxtil

Boa maneira de fazer aniversário

Filed Under (Uncategorized) by Fernanda on 22-08-2008

Calvin Klein comemora seu 40º aniversário com festa em Nova York
 
A Calvin Klein promete parar Nova York no dia 7 de Setembro para a mega festa em comemoração aos 40 anos da marca. O evento acontecerá na Linha Elevada, uma antiga via férrea que está desativada e brevemente se tornará um parque público .

Uma estrutura customizada, desenhada pelo renomado arquiteto John Pawson, um dos vanguardistas em termos globais da arquitetura e design minimalistas, será montada para a festa. Pawson, que também é o responsável pelo conceito do design da flagship store da Calvin Klein Collection de Nova York na Madison Avenue, tem uma longa relação profissional com a companhia e com ela compartilha a concepção do design e estética.

O artista James Turrell - conhecido como um “escultor de luz” - foi convidado a criar uma de suas brilhantes instalações de luz, Space Division Signature, dentro da estrutura criada para o evento. Turrell, que no momento está trabalhando em seu mais ambicioso projeto: o acabamento do trabalho da Roden Crater dentro de um vulcão adormecido no Painted Desert no norte do estado do Arizona.

O parque poderá ser aproveitado por todos os residentes de Nova York, bem como pelos visitantes. A previsão da prefeitura é que seja inaugurado no final deste ano.

Via: Guiajeanswear

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